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Ricardo Santana | Neuropsicólogo | TDAH | Maceió/AL (82)99988.3001

Depressão: Interferências Neurobiológicas e Repercussões Sistêmicas

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​ Depressão: Interferências Neurobiológicas e Repercussões Sistêmicas Resumo A depressão é um transtorno mental complexo que transcende os limites do humor e afeta diversos sistemas neurobiológicos e fisiológicos. Evidências contemporâneas demonstram que a depressão está associada a alterações estruturais e funcionais em regiões cerebrais específicas, incluindo o córtex pré-frontal, a amígdala, o hipocampo e o córtex cingulado anterior subgenual, além de envolver desregulação do eixo hipotálamo-hipófise-adrenal (HHA), hiperatividade do sistema nervoso simpático e processos inflamatórios crônicos. Essas alterações repercutem sobre funções cognitivas, emocionais e corporais, contribuindo para sintomas como sofrimento emocional persistente, alterações cardiovasculares, aumento da percepção dolorosa e disfunções digestivas. O presente artigo revisa os principais mecanismos neurobiológicos envolvidos na depressão e suas consequências para o organismo. Palavras-chave: Depressão; Neurobiologi...

Pensamento Sentimento Comportamento

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​ Um simples pensamento ou uma lembrança podem desencadear uma série de reações neurobiológicas capazes de influenciar emoções, comportamentos e até funções corporais. O cérebro interpreta constantemente as experiências internas e externas, enviando sinais que afetam sistemas como o cardiovascular, endócrino e imunológico. Dessa forma, conteúdos mentais associados a medo, preocupação ou estresse podem contribuir para respostas fisiológicas desfavoráveis, enquanto pensamentos mais adaptativos e positivos tendem a favorecer o equilíbrio emocional e o bem-estar geral. Embora não seja possível controlar totalmente o surgimento dos pensamentos, desenvolver consciência sobre eles e aprender a gerenciá-los de maneira saudável constitui um importante fator de proteção para a saúde mental e física, promovendo maior qualidade de vida e melhor capacidade de enfrentamento das adversidades cotidianas. Ricardo Santana, Psicólogo, Neuropsicólogo, CRP15 0180, WhatsApp: (82)99988-3001, Maceió/AL #pensa...

Pode não ser TDAH e sim ANSIEDADE ou os dois ao mesmo tempo

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​ Pode não ser TDAH e sim ANSIEDADE ou os dois ao mesmo tempo. Mas os dois são problemas sérios e precisam ser tratados. Comece com as avaliações psicológica e neuropsicológica.  Ricardo Santana, Psicólogo, Neuropsicólogo, CRP15 0180, WhatsApp: (82)99988-3001, Maceió/AL #tdah #ansiedade

A dificuldade para organização do pensamento na ansiedade

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​ A ansiedade interfere significativamente na organização do pensamento ao provocar um estado de hiperativação cognitiva e emocional que dificulta a seleção, priorização e integração adequada das informações. Em indivíduos ansiosos, é comum ocorrer aceleração do fluxo de pensamentos, preocupação excessiva, antecipação negativa e dificuldade de manter o foco atencional, o que compromete a clareza do raciocínio e a capacidade de planejamento. Esse estado favorece distrações constantes, ruminação e interpretações distorcidas da realidade, tornando o pensamento mais fragmentado, confuso e menos eficiente. Além disso, a ativação contínua do sistema de alerta pode prejudicar funções executivas importantes, como memória de trabalho, tomada de decisão e controle inibitório, impactando diretamente a organização mental e o desempenho nas atividades cotidianas, acadêmicas e profissionais. Ricardo Santana, Psicólogo, Neuropsicólogo, CRP15 0180, WhatsApp: (82)99988-3001, Maceió/AL  #ansiedade #...

A procrastinação no Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH)

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​ A procrastinação no Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH) não pode ser compreendida como simples preguiça, desinteresse ou falta de responsabilidade. Em muitos casos, ela representa uma dificuldade neuropsicológica real relacionada ao funcionamento executivo do cérebro. Pessoas com TDAH frequentemente sabem exatamente o que precisam fazer, reconhecem a importância da tarefa e até desejam realizá-la, mas encontram enorme dificuldade em iniciar, organizar e sustentar a execução da atividade. Esse fenômeno gera intenso sofrimento emocional, pois o indivíduo passa a conviver com frustrações repetidas, culpa, críticas externas e sensação constante de incapacidade. Do ponto de vista neurobiológico, a procrastinação no TDAH está associada a alterações em circuitos cerebrais ligados à autorregulação, motivação, planejamento e recompensa, especialmente envolvendo regiões do córtex pré-frontal e sistemas dopaminérgicos. Diferentemente do que ocorre em indivíduos neurotípicos...

"O TDAH pode ser pior do que câncer em termos de sofrimento ao longo da vida."

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A afirmação é de Russell Barkley, presente em livro e especialmente em palestras e entrevistas nas quais ele enfatiza o impacto devastador que o TDAH pode ter na vida da pessoa quando não tratado. O ponto central de Barkley não é comparar biologicamente o TDAH ao câncer, mas destacar que: 1. o TDAH pode reduzir significativamente qualidade de vida; 2. aumenta risco de acidentes, impulsividade, dependência química, dificuldades acadêmicas e profissionais; 3. está associado a maior mortalidade indireta por comportamentos de risco; 4. frequentemente é subestimado socialmente por não ser uma doença “visível”. Em algumas falas, Barkley argumenta que certas pessoas com TDAH sofrem diariamente durante décadas, enquanto algumas doenças graves recebem mais empatia e mobilização social imediata. A intenção dele era provocar reflexão sobre a gravidade clínica do transtorno e a negligência no diagnóstico e tratamento. Uma ideia recorrente nas apresentações dele é algo próximo de: “O TDAH é um tran...

A avaliação do risco de suicídio constitui uma necessidade clínica e ética fundamental na prática médica contemporânea

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​ A avaliação do risco de suicídio constitui uma necessidade clínica e ética fundamental na prática médica contemporânea, especialmente diante do crescente impacto dos transtornos mentais, do sofrimento psíquico e das condições crônicas sobre a saúde global do paciente. Identificar precocemente sinais de desesperança, ideação suicida, impulsividade, isolamento social e fatores de vulnerabilidade permite intervenções preventivas potencialmente salvadoras, reduzindo significativamente o risco de desfechos fatais. Mais do que um protocolo técnico, a avaliação do risco suicida representa um ato de escuta qualificada, acolhimento e responsabilidade profissional, exigindo integração entre medicina, psicologia e demais áreas da saúde para uma abordagem verdadeiramente humanizada e baseada em evidências.  Ricardo Santana, Psicólogo, CRP15 0180, WhatsApp: (82)99988-3001, Maceió/AL #suicídio #médicos #psiquiatras