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Ricardo Santana | Neuropsicólogo | TDAH | Maceió/AL (82)99988.3001

A Análise Comportamental e a Compreensão Integral do Comportamento Humano: Incluindo o Componente Emocional

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​ A Análise Comportamental e a Compreensão Integral do Comportamento Humano: Incluindo o Componente Emocional Introdução Uma das críticas mais frequentes dirigidas à Análise do Comportamento é a ideia de que essa abordagem psicológica se limitaria ao estudo de comportamentos observáveis, negligenciando aspectos subjetivos como emoções, sentimentos e pensamentos. Entretanto, essa percepção não corresponde ao desenvolvimento contemporâneo da ciência comportamental. A Análise do Comportamento investiga o comportamento humano em sua totalidade, considerando tanto as ações publicamente observáveis quanto os eventos privados, entre os quais se incluem emoções, sensações corporais, pensamentos e experiências subjetivas. Nesse sentido, afirmar que a Análise Comportamental analisa o comportamento como um todo, inclusive seu componente emocional, significa reconhecer que as emoções não são excluídas da investigação científica, mas compreendidas dentro de uma rede complexa de relações entre organ...

Emoções

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​ As emoções humanas raramente se apresentam de forma isolada e pura; ao contrário, constituem experiências complexas, dinâmicas e frequentemente entrelaçadas.  Um mesmo acontecimento pode despertar simultaneamente, por exemplo: alegria e medo, amor e insegurança, esperança e tristeza, revelando que o mundo emocional é composto por camadas de significados, memórias, crenças e experiências anteriores.  Na perspectiva psicológica e neuropsicológica, as emoções interagem entre si e são moduladas por processos cognitivos, pela história de vida e pelo contexto social, influenciando a maneira como percebemos e reagimos à realidade.  Compreender que as emoções podem surgir sozinhas ou associadas a outras favorece o desenvolvimento do autoconhecimento e da regulação emocional, permitindo que o indivíduo reconheça a legitimidade de seus sentimentos e construa respostas mais adaptativas diante das experiências da vida. Ricardo Santana, Psicólogo, Neuropsicólogo, CRP15 0180, WhatsAp...

DA PESSOA AO DIAGNÓSTICO: Por que a Clínica Deve Enxergar o Sujeito Antes do Transtorno

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​ DA PESSOA AO DIAGNÓSTICO: Por que a Clínica Deve Enxergar o Sujeito Antes do Transtorno Parte I – Os Fundamentos da Singularidade Humana na Psicopatologia e na Psicanálise Resumo A crescente sofisticação dos sistemas diagnósticos em saúde mental trouxe importantes avanços para a pesquisa, para a comunicação científica e para a prática clínica. Entretanto, paralelamente a esses avanços, observa-se o risco de uma compreensão reducionista do sofrimento psíquico, na qual o indivíduo passa a ser identificado prioritariamente por seu diagnóstico. O presente artigo propõe uma reflexão crítica acerca da distinção entre pessoa, paciente, sintoma e transtorno mental, defendendo que nenhuma categoria nosológica é capaz de representar a totalidade da experiência humana. Nesta primeira parte são discutidas as contribuições de Karl Jaspers, Sigmund Freud, Donald Winnicott, Wilfred Bion e Jacques Lacan, autores que, apesar de suas diferenças teóricas, convergem na defesa da singularidade do sujeito...