Sintomas sugestivos de que você está precisando fazer uma avaliação psicológica: Mudanças persistentes de humor, como tristeza, irritabilidade ou ansiedade que não melhoram com o tempo; dificuldade de concentração e lapsos de memória que começam a interferir no trabalho ou na vida acadêmica; alterações importantes no sono e no apetite; sensação constante de esgotamento ou perda de interesse pelas atividades antes prazerosas; crises de pânico, medos desproporcionais ou evitação excessiva; conflitos interpessoais recorrentes; queda de desempenho profissional; comportamentos impulsivos ou autossabotagem; sofrimento emocional sem causa clara; ou a impressão de que “algo não está funcionando” internamente, ainda que seja difícil nomear. Uma avaliação psicológica é como um exame de sangue: ela não cria o problema, mas revela aquilo que já está em curso. Assim como exames laboratoriais ajudam a identificar alterações orgânicas invisíveis aos olhos, a avaliação psicológica, por meio de entrevistas clínicas, testes validados (SATEPSI), observação e análise técnica, identifica padrões cognitivos, emocionais e comportamentais que sustentam o sofrimento. Quanto mais cedo se investiga, mais preciso é o diagnóstico e mais eficaz tende a ser a intervenção. Avaliar não é rotular — é compreender para cuidar.

Sintomas sugestivos de que você está precisando fazer uma avaliação psicológica:


Mudanças persistentes de humor, como tristeza, irritabilidade ou ansiedade que não melhoram com o tempo; dificuldade de concentração e lapsos de memória que começam a interferir no trabalho ou na vida acadêmica; alterações importantes no sono e no apetite; sensação constante de esgotamento ou perda de interesse pelas atividades antes prazerosas; crises de pânico, medos desproporcionais ou evitação excessiva; conflitos interpessoais recorrentes; queda de desempenho profissional; comportamentos impulsivos ou autossabotagem; sofrimento emocional sem causa clara; ou a impressão de que “algo não está funcionando” internamente, ainda que seja difícil nomear.


Uma avaliação psicológica é como um exame de sangue: ela não cria o problema, mas revela aquilo que já está em curso. Assim como exames laboratoriais ajudam a identificar alterações orgânicas invisíveis aos olhos, a avaliação psicológica, por meio de entrevistas clínicas, testes validados (SATEPSI), observação e análise técnica, identifica padrões cognitivos, emocionais e comportamentais que sustentam o sofrimento.


Quanto mais cedo se investiga, mais preciso é o diagnóstico e mais eficaz tende a ser a intervenção. Avaliar não é rotular — é compreender para cuidar.


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