Psicodiagnóstico interventivo

O psicodiagnóstico interventivo coloca-se atualmente como uma prática consolidada. Sua importância e eficácia têm sido evidenciadas através de inúmeras pesquisas e pela sua utilização em diferentes contextos, como em consultórios de psicologia, e institucionais, clínicas-escola, postos de saúde, instituições hospitalares, creches, abrigos e outros serviços de atendimento à comunidade.

Essa trajetória põe em destaque concepções e procedimentos diversos daqueles do psicodiagnóstico tradicional, principalmente no que se refere as intervenções, através de momentos devolutivos ao longo do processo, ao uso específico de técnicas e procedimentos, à mudança do papel do psicólogo, bem como de importantes reformulações no que diz respeito à síntese final para pais e crianças.

O psicodiagnóstico interventivo enfatiza que, se houver disponibilidade e abertura para engendrar novas formas de relacionamento e se o paciente for suficientemente acolhido e mobilizado para compreender parte de seus conflitos afetivos, o processo poderá se completar em si mesmo e dispensará, muitas vezes, a necessidade de psicoterapia posterior.

Ricardo Santana, Neuropsicólogo, CRP15 0180, Maceió/AL, (82)99988-3001

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